Walter Delgatti e Gustavo: bois de piranha de Moro e Dallagnol?

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Walter Delgatti e Gustavo: bois de piranha de Moro e Dallagnol? Of course! Especialista em segurança digital para três dos maiores bancos brasileiros por mais de vinte anos, Vinícius Cabrera não acredita na tese de que Walter Delgatti Neto e Gustavo Henrique Elias Santos foram os cabeças e articuladores da ação que gerou a Operação Spoofing.

‘Impossível é um termo brando’, diz Cabrera. Ambos presos, com os outros dois criminosos e só Deus mais sabe quantos colaboraram para esta operação. Ela é similar a um caso em que o Banco Santander executou em 2015; para flagrar gerentes que estavam assinando balanços falsos, faturamento de empresas maquiados para que gerentes liberassem empréstimos de 100 mil até 500 mil reais para clientes suspeitos.

RS 210 mil para um estúdio de tatuagem?

‘Muitas empresas nem existiam mais ou já estavam inativas. Com autorização judicial, grampeamos os gerentes e os tomadores de empréstimos e mesmo assim, foi complicado obter as mensagens. Éramos um grupo de nove pessoas, com vasta experiência em tecnologia da informação e mesmo assim, sofremos para obter acesso total de mensagens, e-mails e encontros entre gerentes e as empresas.’

Só chegamos a eles após usar bois de piranha.

Como ‘desvendaram o crime a là Walter Delgatti e Gustavo?’

Trabalhávamos ‘trackeando’ estas operações menores. Em reuniões entre gerentes de bancos, os superiores estabelecem metas. Gerentes são vendedores, precisam fazer o dinheiro circular.

Como os gerentes suspeitos eram muito cautelosos, um de nossos parceiros, com extenso conhecimento do sistema bancário, propôs que fosse aumentada a bonificação para gerentes que conseguissem mover mais dinheiro via empréstimos e financiamentos entre sua carteira de clientes.

Uma circular correu entre os gerentes de todas as agências investigadas, citando a bonificação bem alta para quem batesse as metas, conseguindo vender produtos do Santander mas ao mesmo tempo, tirando produtos da concorrência. A ‘missão’ era aumentar a participação das maquininhas GetNet no mercado daquela área.

Gerentes que conseguissem tirar uma Cielo e colocar uma GetNet num ponto de venda tinha pontuação X.

Por aí vai.

Estes gerentes menores rapidamente entraram em ação querendo aumentar seu bônus. Passaram a bater na porta de gerentes rivais, justamente os que queríamos pegar. Estes gerentes menores usavam sem saber, telefones corporativos configurados por nossa equipe. Havia acesso remoto a câmera, microfone, navegadores e aplicativos sem eles saberem.

Estes gerentes ‘menores’ não eram mais honestos que os peixes grandes que queríamos, mas eram descuidados

Tal como Walter Delgatti Neto e Gustavo Henrique Elias Santos, roubavam clientes de gerentes maiores e se vangloriavam disso, causando conflitos. Por meio destes bois de piranha, soubemos como os pegadores de empréstimos ilegais negociavam com os gerentes que hoje respondem criminalmente, demitidos e alguns já condenados.

O caso que deflagrou a demissão de vários gerentes investigados, foi a necessidade de aceitar aquilo que os clientes pediam: empresas de contabilidade (FOLHA, The Intercept, El Pais, VEJA, UOL, Globo) que maquiassem faturamentos e balanços (material do Verdevaldo).

Os gerentes corruptos digamos assim, indicavam contadores que faziam todo o trâmite com bastante sigilo e forte reputação no mercado.

Entendem agora a razão de Verdevaldo não abrir seu material roubado e adulterado com o Antagonista, por exemplo?

No caso da Vaza Jato, foi a maneira que a força tarefa encontrou de fechar o cerco. ‘Não vão pegar sem delação premiada os verdadeiros mandantes, afirma Cabrera.’ Walter Delgatti e Gustavo Henrique são pés de chinelo. Mas vão dar o caminho para chegar no The Intercept e em Glenn Greenwald.

Para concluir a analogia simples: os gerentes que caíram são os criminosos, no caso da Vaza Jato, membros do PT e outros partidos satélites, além de todos os alvos da Lava Jato. Os escritórios de contabilidade que validam e corroboram estas informações são os jornais que bancam o crime de Glenn Greenwald.

Estes jornais lucram muito com isso. Assim como lucram contadores que falsificam documentos tributários, balanços e faturamentos; tudo aquilo que os bancos precisam para autorizar/informar junto ao BACEN, um empréstimo ou negociata.

É muita ingenuidade achar que bancos movem dinheiro baseados em scores ou no SERASA.

Há algo em todos os bancos conhecido como ‘banca de crédito e operações’

Para pobres sim, para ricos, há (ou havia) o BNDES, Estatais, Contratos de toda espécie e promessa de investimentos futuros. Lula fingia dar palestras por 300 ou 400 mil reais. Mentira! Era a comissão dele por abrir uma Estatal ou arrombar os cofres públicos para os projetos do PT.

Advinha Quem Escreveu Isso?
Advinha Quem Escreveu Isso? PT de Dilma pagou R$ 117 mil reais por esta mísera nota.

Para algum projeto que viesse a beneficiar o PT e enfraquecer a iniciativa privada não alinhada ao partido. Os US$ 862 milhões que Lula tirou do BNDES para o Porto de Mariel em Cuba, o Brasil jamais irá rever. Desse dinheiro, a Lava Jato já mostrou por meio de Marcelo Odebrecht que além da comissão ao Molusco, diversos políticos recebiam seu quinhão.

Numa segunda analogia ao caso Santander aqui, e que fique explícito que é apenas uma comparativo de casos: Lula tirava mercado das outras máquinas de cartão de crédito para implantar sua GetNet (ou Odebrecht no caso).

Walter Delgatti Neto e Gustavo Henrique Elias Santos confessarão a verdade! A mídia esquerdopata não bancará o arroto pois não interessa a FOLHA, nem a nenhum cúmplice de Glenn Greenwald, que o país saiba quanto foi pago a estes veículos em forma de propaganda da SECOM; vender publicidade partidária travestida de notícias.

Um caso de como jornais trabalham com hackers faz teeeeeeeeeeeempo, virá no próximo post.

Quer saber mais?

/var/mandante.bcg room16

15 bate-bocas

  1. Existe também em Santa Catarina um “vale do silício”bilhões pra serem investidos em TI. Na praia de Jerere só tem corrupto e um patrão corrupto tem empregado corrupto ou seja ali é um antro. É a PF mandar mensagem e saem de lanchas ou fecham-se em salas especiais, Temer impediu as investigações, Agora teve a Operação Chabu mas não deu em nada, Querem criar cidade tecnologica em Florianopolis pelo Instituto Meta 21 e teriam como origem uma empresa americana chamada Manna Holding Trust. Chegamos a pensar que o hackaemento vinha da empresa Nexxera, mas era bem menor. A Nexxera não é casa pixada. Tem de haver algo grande por trás deles

  2. Faz sentido, como alguém que não manja nada de TI poderia fazer o que Walter afirma que fez. Essa conta não fecha. Se ele delatar muita gente graúda envolvida na conspiração vai dançar.

  3. Excelente texto, leve, não é cansativo. Parabens pela coragem de assumir riscos tão altos. Que DEus te de forças para seguir em frente e guarde sua vida e de seus familiares e amigos. Estamos numa guerra, e saber decifrar códigos pode salvar nossas vidas e a vida do povo da nossa nação. Viva Os Brasileiros de Bem!

  4. Tudo se torna claro, a medida que novas informações vão surgindo. Inclusive notícias do governo Passa do vão se atualizando. Impressionante como éramos manipulados 🤔

  5. Sem ofensas ao blog pelo contrário, mas quando nós temos de achar na mídia independente um texto dessa qualidade e precisão é porque nossa mídia chamada quarto poder já está morta.

    Parabéns aos editores

  6. Hmmmm… esses últimos parágrafos se alinham com um questionamento que faço desde que pegaram a tal fonte. A imprensa anda evitando a conexão dos ararahackers com o material no intercePT. quase como se quisessem que não se condenasse publicamente um hábito secreto deles que pode ser vir a público.

  7. Texto de fácil compreensão e muito bem alinhavado. Ainda me surpreende que isso tudo tenha ocorrido sob nossos olhos. Que as coisas eram estranhas, ah isso eram, mas fomos omissos e preguiçosos e deixamos acontecer. Lamentável.

    1. Exatamente o que ia comentar. Muito bem escrito esse texto! Confesso que até estranhei a facilidade de compreensão…Parabéns aos envolvidos!

Já deu!