SOBRE

Verdevaldo e o Molusco
Verdevaldo e o Molusco

Se alguém nos dissesse que James Morgan McGill, ou Saul Goodman, o advogado picareta de Breaking Bad, fora inspirado em Glenn Greenwald, não ficaríamos nem um pouco surpresos.

Tal como Goodman em Breaking Bad, Greenwald não tem escrúpulos, não segue regras morais e não se preocupa com sua péssima fama nos tribunais ou com a polícia de diversos países.

Arrogante, pretensioso e mau caráter, Greenwald faz Gilmar Mendes, seu consultor em direito tupiniquim, e que o levou a contratar Alberto Toron e associados para defendê-lo das frágeis leis brasileiras, soar como um magistrado de respeito.

Desde a eleição de Jair Bolsonaro, Glenn Greenwald se viu em uma sinuca de bico. Como se manter seguro num ambiente político hostil as suas causas sujas, sem Lula e sem Dilma para protegê-lo? Ainda que 99.9% da imprensa brasileira esteja tomada por esquerdopatas que mantém sonhos eróticos com o Molusco, e a cada orgasmo gritam mais alto que o Ipiranga: “Lula Livre”, Greenwald não contava com Sérgio Moro.

Sérgio Moro: o Terror da Esquerda
Ministro Sérgio Moro durante depoimento na CCJ do Senado

Pior, não contava que entre os seguidores de Moro, havia delegados, membros da Polícia Federal e desembargadores ainda mais duros contra a corrupção, e dispostos a ir até o fim para desmantelar a maior quadrilha partidária da história da humanidade, ao menos as que tenhamos conhecimento.

Glenn Greenwald não é apenas uma ameaça nacional. O homem que convenceu Pierre Omidyar a custear o golpe contra a NSA, a financiar a voz do crime com o The Intercept, a manter uma folha de pagamento financiando diversos jornalistas de esquerda nas maiores redações do Brasil, é também um homem capaz de passar por cima de quem esteja em seu caminho para tirar Lula da cadeia.

Impedir a Lava Jato de chegar em crimes que derrubarão de políticos, empresários e jornalistas que agem em conluio com os governos brasileiros desde a era-Sarney virou uma obsessão para Glenn Greenwald que recrutou os ‘melhores’ dentro o que há de pior no jornalismo brasileiro, tudo bancado pelo dono do eBay: Pierre Omidyar.

Como começamos este SOBRE NÓS, aqui vai então a razão do Better Call Glenn, sem mais digressões

Em Março deste ano, Maria Cristina Frias, irmã de Otávio Frias Filho e que havia assumido a Foice de São Paulo após a morte do irmão, foi defenestrada da chefia executiva do jornal e afastada completamente do grupo – sem acesso até mesmo a informações do produto que hoje ainda segura o jornal de pé: o PagSeguro.

Sérgio D’Ávila, esquerdista de carteirinha e amigo de longa data de Fernando Haddad demitiu quase vinte jornalistas e demais funcionários do jornal aos quais ele acusou de: ‘não rezarem a cartilha de Otávio Frias Filho’. A Folha foi, é e sempre será a elite da esquerda e não mudará.

A gota d’água para Maria Cristina se rebelar, mas acabar engolida por Luiz Frias e a viúva de ‘Otavinho’, foram as conversas privadas com Glenn Greenwald, intermediadas por Patricia Campos Mello. Solidariedade a parte, alguns jornalistas (com razão) alegaram como o mercado está ruim para jornalistas, e nem todo blog de notícias independente consegue se sustentar.

Não há mais as benesses da SECOM com blogs petistas (mas para a milícia gadominion há!) que chegavam a levar 1 milhão de reais por mês — fora as reportagens bônus para beneficiar este ou aquele membro do PT, PCdoB, PSOL e partidos satélites.

Tão logo ocorreram as demissões em mais de 20 redações de jornais, revistas e portais em todo Brasil, um dos fundadores do Better Call Glenn saiu em busca de financiadores para desmascarar as figuras mais repulsivas da imprensa brasileira.

Cerca de 40 dias após o ocorrido, começamos a ter reuniões tendo em mãos, material sensível envolvendo Greenwald e seus comparsas: dentro e fora do Brasil.

Após consultar juristas, apresentamos um dossiê que em Junho continha cerca de 190 páginas a serem publicadas aqui. Hoje, 30 de Julho de 2019, o número de denúncias chega a 400. Iniciamos a conta no Twitter e em poucos dias já batíamos os 10 mil seguidores, e cerca de meia dúzia de ameaças de processos raivosos de gente que sabe que jornalistas traídos são como ex-esposas vingativas.

Recuar não é uma opção: cairemos nós, ou cairão eles.

O Better Call Glenn ainda opera sem todas as suas funcões ativas; como a ‘NewsRoom/Denuncia’ para que material enviado anonimamente seja periciado e enviado as autoridades, assim como seja disponibilizado para todos os brasileiros, com a ajuda de juristas que auxiliem a todos a compreender meandros de acusações, crimes, processos e andamentos no judiciário.

Embora já colaboremos com a PF em algumas denúncias, esperamos que em poucas semanas tenhamos nosso time definido. É uma operação arriscada. Vivemos num país onde distinguir mocinho e bandido é questão de perspectiva e narrativa.

Quanto tempo nós duraremos? O quanto quisermos! O quanto for possível para desmascarar a corja dos 88. Haja gente, mas não falta munição.