Jornalista é afastado do ‘El País’ por desmentir Fake News de ativistas LGBT

desmentir Fake News contra ativistas LGBT

No Rio de Janeiro e em férias quase forçadas, jornalista espanhol que em 2014 se tornou colaborador do El País España e passou a escrever em publicações orientadas a comunidade LGBT na Europa, foi afastado por desmentir Fake News de ativistas LGBT.

Alto lá! O jornalista é reconhecidamente gay e casado! Move on! Mas o crime capital do espanhol foi revelar que 8 em cada 10 crimes envolvendo a comunidade LGBT no Brasil, são fruto de conflito interno.

De tráfico de drogas em boates, até a disputa por pontos para se prostituir.

Após o jornaleco Walking Dead analisar as reportagens, a fanfarronice editorial do El País tentou lacrar com a audiência do público LGBT, afastando o mesmo por apresentar a seus editores-chefes – alguns jornativistas – o conteúdo de suas reportagens em 21 cidades de 3 continentes.

Como o ativismo de Esquerda ameaça a segurança dos próprios gays

Caso 1. Após deixar um passageiro numa rua deserta em La Rambla, ponto batido de prostituição em Barcelona já pelas altas madrugadas, um motorista do Uber foi abordado por dois sujeitos que aguardavam um travesti.

Seu carro, um SEAT León foi levado assim como 392 euros, seu smartphone e o relógio.

Os ladrões, cúmplices do travesti, queriam mais dinheiro e obrigaram o motorista a sair do veículo para tentar encontrar mais em outras partes do veículo.

Sem sucesso, o motorista foi então espancado pelo travesti (brasileiro) e os outros cúmplices. O corre-corre foi grande mas a polícia não encontrou os agressores pois o cadastro no Uber era falso. A polícia espanhola é muito conhecida pelo macho-mode, achando que o motorista era quem havia saído com o travesti.

E se tivesse? Qual o problema?

Testemunha do caso, ele foi ignorado e até chamado de mentiroso por colegas jornalistas – como se esta tática fosse pouca praticada no Brasil.

Quer arriscar? Passe pela concentração de travestis na Barra Funda ou Jockey Club e pergunte a seguranças quantas vezes eles já viram a cena.

Um pouco mais deep? Até em fóruns de travestis há ‘clientes’ alertando para o perigoso golpe.

Iker, de 35 anos, como ele prefere ser chamado, até para evitar mais represálias as que ele já vem sofrendo, conta como foi afastado do jornal após denunciar ‘Fake News’ e o número de crimes contra a comunidade LGBT e outros praticados por ela própria em vários países.

Mas o que abateu a fortaleza de Iker? Mexer no vespeiro ideológico: l’esquerra LGBT de Pedro Almodóvar.

Ele passou os últimos 56 dias no Brasil, do Nordeste ao Sudeste, num trabalho de pesquisa de campo em que ele pretende encontrar parceiros para mostrar como as Fake News deflagradas pela própria mídia gay jornativista, viram armas nas mãos de políticos e mídia.

Ignorantes, pessoas realmente doentias e que não conseguem lidar com diferenças, ainda que elas conflitem com suas convicções patriarcais e/ou religiosas.

‘Você não precisa levantar bandeiras, gritar em megafones nem ofender a fé dos outros para afirmar sua posição.’

Assumi minha posição e me encontrei aos 16 anos. Me formei, tenho duas profissões e sou uma pessoa bem-sucedida. Você não precisa levantar bandeiras, gritar em megafones nem ofender a fé dos outros para afirmar sua posição, jamais, jamais abandone esse pensamento.

Não preciso e não vou levantar bandeira ou ser partidário do trio ‘Podemos-Esquerda Unida-Equo’ para ser o que quero e ser quem eu sou.’

Pesquisa de Campo com Dados Reais sobre a Violência contra Gays no Brasil

‘Você não pode, não deve e não precisa levantar bandeiras em nome de terceiros cujo objetivo é capitalizar em cima de uma massa frágil, confusa e facilmente manipulável. Jovens gays são sequestrados pela ideologia doentia da esquerda que ignora completamente quais foram e ainda são os fundamentos dela.

Partidos de esquerda (todos) usam simbologia híbrida de libertação=opressão para atacar os outros e isso é um comportamento tribal que só fere a nós mesmos; gays ou não, pois viramos massa de manobra e da grita.

Chegamos num nível inacreditável onde assassinos do Hamas substituem ídolos do passado como Che Guevara.

 

 

Muita atenção a partir do momento 1:50 do video, onde Iglesias é desmontado por Aznar que denuncia a participação e conluio de membros do Foro de São Paulo com atividades terroristas; e questiona todo dinheiro recebido pelo partido PODEMOS de Iglesias por meio dos terroristas do Hamas, cujas células na Venezuela, Paraguai e Brasil já são de conhecimento da Interpol. 

Pause necessary digressions!

‘Mas apanhei muito de outros jornalistas e ativistas na Espanha quando denunciei que Pablo Iglesias (fundador do PODEMOS) recebia dinheiro do Chavismo desde sua fundação em 2014.’

Ele pediu minha cabeça e o Antonio Caño agradou quem ele precisa agradar. Para um editor-chefe que diz que o jornal exagera em opinião e deve focar em informação, causa estranheza o El País banir quem denuncia maçãs podres.’

Boliburgueses como Chavez, Lula, Maduro, Dilma e toda esquerdopatia da América do Sul – sempre deram dinheiro a crápulas como Pablo Iglesias, que por sua vez – ajudam com um laranjal de nomes para que de contas bancárias, mansões e fazendas, tudo escape das vistas do Fisco da Espanha.’

Chavez e Maduro só na Espanha, possuem quase 480 milhões de euros em propriedades de luxo, denunciadas por José María Aznar, como podemos ver no vídeo onde ele enquadra Iglesias.

Um Boulos Espanhol.

‘Voltando ao caso do travesti brasileiro, nunca foi publicada no El País, e quando eu publiquei numa revista do circuito gay de Barcelona, fui logo tachado de traidor, fascista, que eu deveria ser morto e enterrado em Valle de los Caídos (Abadia da Santa Cruz do Vale dos Caídos), onde está sepultado o ditador espanhol Francisco Franco.

Para Iker, é absolutamente inaceitável que gays levantem a bandeira comunista, idolatrem Che Guevara e agora comecem a divulgar manuais terroristas do Hamas que misturam Fake News com atividades criminosas.

Veja este vídeo, e tente distinguir daquilo que a esquerdopatia impressa ou digital brasileira faz no momento:

 

 

Iker irritou o El País na verdade com dados, que desmontam a farsa de jornativistas LGBT, e impedem que as autoridades vejam quem são as verdadeiras vítimas. ‘Eu sou gay, mas não sou de esquerda e repudio qualquer tentativa de me enquadrar ou associar a gente como PODEMOS, na Espanha, PSOL ou PCdoB no Brasil, ou ao PS (Parti Socialiste) da França, outro partido que explora como poucos a questão LGBT.’

E o caso Brasil?

Com exceção a piadinhas homofóbicas a là Lula, as quais ele sofreu em Maceió e em Porto de Galinhas, a estada do jornalista em São Paulo e no Rio de Janeiro lhe causou surpresa pela amabilidade e tranquilidade com que transita e convive.

Ninguém lhe quebrou lâmpadas na cara, ninguém o persegue, ninguém lhe negou a locação de um apartamento na Urca, nem lhe negou serviços ou respeito.

Também espantou de morte Iker o forte engajamento de influencers e jornalistas da causa LGBT, ininterruptamente louvando a figura de Lula, um homem sabidamente homofóbico, racista e que quando esteve preso, gabava-se de ter estuprado um garoto do MEP, Movimento de Emancipação do Proletariado.

Gilberto Carvalho, aquele do Celso Daniel, chegou a ameaçar Portugal com a retirada do embaixador se a publicação Portuguesa não se retratasse.

O problema é que César Benjamim, fundador do PT e do PSOL, confirmou em mínimos detalhes o comportamento de Lula e grande parte da esquerda contra gays, e em como durante os anos 60, 70 e 80, membros do Partido dos Trabalhadores, PCB e outros tratavam mulheres como um ser inferior: algo cuja a função era (ou é?) mais nada do que dormir e satisfazer o maridão… diria Ciro Gomes.

Iker tem mais a colaborar, e sua opinião sobre Jean Wyllys e outros ativistas gays da imprensa só reforçarão aquilo que os da Espanha já fazem: é um gay fascistóide. Não plebe… gays fascistóides são pessoas como Verdevaldo.

Quer saber mais?

/var/mandante.bcg