Caso Ághata e os patrocinadores do crime

[artigo recuperado pós-petrapalhada no hosting] A essa altura, todos já sabem do bate-boca entre Carioca ex-Pânico, Gregório Duvivier e Fábio Porchat. Os dois últimos pregam a legalização das drogas já! Consomem drogas e se pudessem, pediriam cocaína, balinhas e maconha pelo iFood. Como isso ainda não é possível, eles usam moto-boys que descem o morro com a entrega.

Se você mora na Barra da Tijuca, vá até os arredores do Terminal Alvorada, mais precisamente entre o Alvorada e a Lúcia Costa, e após o cair da noite, verá um festival de ‘globais’, famosinhos e lacradores alimentando os mesmos que causaram a morte da menina Ághata.

Cultura carioca do policial bom é policial morto prevalece

Ághata é lamentavelmente mais uma vítima de décadas de tolerância 1000 com o tráfico e punição ilimitada a polícia. E quando um policial cansa de deixar sua família em casa, por um salário de merda, sem munição, armas ou mesmo um veículo adequado para combater o crime no Rio, formar milícias ou integrar uma é a solução.

Vivo entre Rio e São Paulo, e vejo bem como vagabundo sofre na mão da milícia. Quando eu morava num condomínio no Recreio – próximo ao terminal Interlagos do BRT – assaltos a cada 15 minutos ou menos eram rotina. Após milicanos tomarem a área – vagabundo foge do local como comunista foge da Bíblia e Lula foge do trabalho.

Neste momento, toda a solidariedade aos pais da menina, sou pai de uma e sei bem o que sou capaz de fazer se um dia alguém machucá-la. Mas é preciso ler nas entrelinhas e saber o que é e como funciona o Complexo do Alemão. A comunidade é refém do crime – e é fácil falar: qual a razão de não delatarem os criminosos?

Não é simples assim.

Ausência do Estado é palco para o crime organizado

Usar drogas, consumir o que sustenta o tráfico é o que causa essa situação, e não tenho a menor dúvida que o tiro que ceifou a vida da menina veio de traficantes, mas vão tentar incriminar a polícia de uma forma ou de outra.

Tenho ainda menos dúvida de que usarão isso para atacar Sérgio Moro. Ou alguém esquece das táticas usadas pelos terroristas que matam palestinos, sírios e libaneses e culpam Israel?

A lacrosfera fará o que puder para incriminar a polícia, pois o ódio do carioca a polícia é um negócio absurdo. Estrangeiros que vivem no Rio não conseguem entender isso. Mas são anos de coitadismo, de tratar o bandido como vítima e a vítima como culpada por trabalhar, ganhar seu dinheiro e comprar seu iPhone, seu carro.

Há uma boa razão para nigerianos, filipinos, árabes e singapurianos não usar drogas em seus países. O governador Wilson Witzel não pode e não deve retroceder. Usuário de drogas patrocinam o crime: para eles, prisão perpétua e trabalho para pagar a cadeia pois o cidadão não pode e não deve pagar o custo para manter bandido vivo.

Usuário de drogas deve pegar pena de morte e acabou o assunto!

Aqui não há espaço para lacrar nessa tragédia horrorosa; mas tem de pegar vagabundo drogado e dar um fim. Dia desses uma famosinha (quem?) do Instagram fingiu um assalto e foi postar que ela estava bem, que não culpava o assaltante pois ele é vítima da sociedade.

Não há sequer B.O. do caso! A que ponto se chega para lacrar?

Quer saber mais?

/var/mandante.bcg

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